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Publicou-se que a família Guebuza possui cerca de sete licenças para pesquisa de prospecção e mineração e todas foram designadas quando Guebuza subiu à Presidência (Repeticao)

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Com um total de 27.160 hectares de terras registradas no cadastro de mineiros, a família Guebuza, através da Intelec Holdigs e da Tata Moçambique, possui sete licenças para pesquisa de prospecção e mineração.  Todas elas têm em comum o facto de terem sido designados pela Direcção Nacional de Minas, desde o momento em que Armando Guebuza ascendeu ao cargo de Presidente da República.  Intelec Holdings: o guardião dos interesses  A Intelec Holdings, constituída por escritura de 14 de novembro de 1998, tendo mudado de nome em 10 de abril de 2003, é a controladora de um grupo de empresas moçambicanas, com forte participação do capital privado nacional e um faturamento de 644 milhões de meticais. 2008.  Regularmente participa no ranking das 100 maiores empresas de Moçambique. Esta instituição, como gestora de participações sociais, por volta de 2003, quando assumiu esta atribuição, tinha em sua base corporativa as seguintes participações: Aberdare Intelec, Electrotec, ...

King Djep fast. ChanceMy - My Love (2019) DOWNLOAD MP3

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Artista: King Djep feat. ChanceMy Título: My Love Gênero: R&B Ano de Lançamento: 2019 DOWNLOAD MP3

Armando Guebuza já pode seguir Chang após email divulgado por sua Secretária particular enviado por Jean Boustani que fala da contratação das “dívidas ocultas” no valor de 2.2 mil milhões de USD

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Um dos detalhes que consta do Despacho de Pronúncia exarado pela 6ª Secção Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM) é referente a um correio electrónico enviado por Jean Boustani à arguida Maria Inês Moiane, Secretária particular de Armando Guebuza, durante os 10 anos em que este esteve na Presidência da República, com conhecimento do seu filho, Armando Ndambi Guebuza, cujo destinatário era o então Chefe de Estado. O  e-mail , enviado pelas 11:37 horas do dia 10 de Fevereiro de 2014 e transcrito pelo Tribunal, dizia: “ Excelência Chefe, Tivemos uma discussão de ideias sobre as soluções imediatas para a Proindicus. Podemos fazer um lobby (influenciar) com ANADARKO e ENI e garantir os contratos. Não há absolutamente nenhuma preocupação. Mas, primeiro precisamos do seu aconselhamento e instruções para os seguintes passos se forem apropriados: 1)        Criar uma filial da nossa empresa em Moçambique; 2)       ...

Manuel Chang será julgado no Estados Unidos da América e pode ser condenado, e tudo pode ser à revelia

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O novo ministro da justiça da África do Sul Ronald Lamola criticou àsperamente a decisão do seu predecessor de extraditar o antigo ministro das finanças de Moçambique Manuel Chang para o seu país, descevendo a decisão de "irracional" e uma violação de tratados internacionais, da constituição sul africana e da lei de extradição do país. O antigo ministro moçambicano foi preso na África do Sul a pedido dos Estados Unidos onde foi acusado de diversos crimes de corrupção envolvendo milhões de dólares. O ministro Lamola disse que o governo sul africano vê com preocupação o facto da imunidade de Chang como parlamentar não ter sido levantada em Moçambique. “A Lei de extradição da África do Sul requer que uma pessoa a ser extraditada tem que ser acusada formalmente dos crimes que alegadamente cometeu”, disse o ministro “No caso do Sr. Chang não é o que se passa já que a sua imunidade não foi levantada”, afirmou Lamola que acrescentou que deu autorização “ao director geral (do mini...

Moçambique e os países que protegerem o ex-ministro das Finanças poderão ser castigados pelos Estados Unidos da América Segundo entende o jurista Rodrigo Rocha

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O Tribunal Supremo de Joanesburgo, na África do Sul, marcou a audição do antigo ministro moçambicano das finanças, Manuel Chang, para os dias 16 e 17 de Outubro. A decisao foi tomada depois de um encontro entre a equipa de advogados recentemente contratada pelo Governo moçambicano e do ministro sul-africano da Justica e Servicos Correcionais. Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO), um grupo de mais de 10 organizações da sociedade civil de Moçambique, opõem-se à extradição de Manuel Chang para Moçambique. O FMO quer que Manuel Chang seja extraditado para Estados Unidos, cuja justiça solicitou através da Interpol a detenção do antigo ministro na África do Sul, que aconteceu a 29 de Dezembro de 2018. Segundo entende o jurista jurista Rodrigo Rocha (citado por Magazne Independente) caso Manuel Chang seja julgado e condenado à revelia, Moçambique e os países que protegerem o ex-ministro das Finanças poderão sofrer sanções diplomáticas.  Chang encontra-se detido na vizinha África do Sul ...

Informação: Os americanos já querem enviar para moçambique um dinheiro mais de 2 vezes maior que o das "dividas ocultas" para o gás

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O Banco norte-americano de Exportações e Importações (EXIM) vai propor ao Congresso dos Estados Unidos a disponibilização de 4,5 mil milhões de euros de empréstimo para o projeto de gás natural no norte de Moçambique. "Se for aprovado, a transação apoiará as exportações norte-americanas de bens e serviços para a engenharia e construção de uma central de gás natural líquido e as respetivas instalações", lê-se num comunicado difundido esta quinta-feira à noite em Washington por esta agência federal norte-americana dedicada a apoiar e financiar as exportações dos Estados Unidos. O financiamento de cerca de 4,5 mil milhões de euros do EXIM "pode apoiar a criação de 16.400 empregos durante os cinco anos de construção da central", a que se juntam mais milhares de empregos gerados no país e 600 milhões de dólares em receitas para os contribuintes norte-americanos, segundo a mesma nota. O projeto de gás natural na bacia do Rovuma, no norte de Moçambique, é uma das mais exte...

Finalmente o executivo do presidente Nyusi admitiu corrupção num relatório tornado público pelo próprio ministério das finanças esta semana

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O Governo de Filipe Nyusi reconheceu que, “não obstante esses esforços legislativos e institucionais, os desafios de governação e corrupção em Moçambique são ainda de natureza sistémica”. O FMI definiu “corrupção sistémica” como as circunstâncias nas quais a “corrupção não é mais um desvio em relação à norma, e sim uma manifestação de um padrão de comportamento tão difundido e enraizado que passa a ser norma”. DOWNLOAD DIRETO Naquele que deverá ser o primeiro Relatório sobre Transparência, Governação e Corrupção em Moçambique o Executivo de Filipe Nyusi declara: “Reconhecemos que, não obstante esses esforços legislativos e institucionais, os desafios de governação e corrupção em Moçambique são ainda de natureza sistémica, sobretudo devido aos constrangimentos à implementação eficaz”. O @Verdade descortinou que “corrupção sistémica”, na óptica do Fundo Monetário Internacional (FMI), são as circunstâncias nas quais a “corrupção não é mais um desvio em relação à norma, e sim uma manifest...